Encontravam-se dois irmãos a brincar junto de sua casa, quando, a certa altura, repararam em duas pequenas pedras juntas, misturadas com todas as outras, mas que se distinguiam.
Uma, brilhante, irradiava raios de luz, quando o sol a atingia. A outra, parecia uma pedra vulgar, já que se encontrava envolvida de terra seca e de pequenas ervas que tentavam, aí, fazer o seu habitat.
Achando isto invulgar, os dois irmãos levaram para casa as duas pedras. O Manuel levava a pedra luzidia e ia radiante e todo satisfeito com a beleza da pedra e os efeitos que o sol nela provocavam. O João ia mais na expectativa já que a pedra que levava, embora tendo a mesma forma, era escura e não apresentava qualquer beleza exterior. As duas pedras eram muito semelhantes.
Chegados a casa, o pai, que era comerciante de pedras preciosas, verificou imediatamente e com espanto que a pedra trazida pelo Manuel era uma pedra preciosa. Depois, passou alguns dias a trabalhar sobre a pedra que trazia o João. Descobriu que a pedra escura era, também ela, uma pedra preciosa igual à outra; mas, maltratada pelo tempo, tinha perdido a sua verdadeira expressão exterior. Duas pedras semelhantes. Duas pedras, aparentemente, diferentes. duas pedras preciosas iguais.
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