Henry Colo, o fundador do Museu Vitória de Londres, aflito com imensos negócios não conseguia tempo para escrever as tradicionais cartas de "Boas-festas". Era o Natal de 1843.
Teve, então uma ideia: os amigos receberiam apenas um cartão impresso, o que seria para eles uma surpresa. Para isso, chamou um pintor, Horsley , encarregando-o de preparar os originais, que depois foram impressos no Old Bond Street .
A princípio a moda não pegou, pois os cartões eram grosseiros e sem referência ao Natal. Mas surgiram depois cartões mais bonitos e natalícios que conquistaram a simpatia geral.
Actualmente há cartões para todos os gostos.
Uma vez, uma mãe castigou um filho de 5 anos por estragar um rolo de papel dourado; a criança serviu-se dele para decorar uma caixa, que depois colocou na árvore de Natal.
No momento da distribuição dos presentes, o menino retirou a caixa da árvore e entregou-a à sua mãe como presente.
A mãe ficou embaraçada mas, ao abrir a caixa, viu que estava vazia.
Disse severamente à criança:
- Então não sabes que se deve colocar sempre alguma coisa dentro dos embrulhos?
O menino olhou-a comovido e disse:
-Mãe, não está vazia. Soprei para dentro dela, até ficar cheia de beijos.
A mãe não sabia que dizer. Pediu-lhe perdão pela ira e abraçou-o com ternura.
Passado algum tempo, um acidente tirou a vida ao menino. Essa mãe conserva a caixa dos beijos no seu quarto. Sempre que está mais triste ou deprimida, abre-a e olha para dentro. Está lá muito amor.
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