
A auto mensagem positiva logo de manhã é um estímulo que pode mudar o seu humor, fortalecendo a sua autoconfiança e, com este pensamento positivo, reunirá forças para vencer os obstáculos.
Não deixe que nada afecte seu espírito. Envolva-se pela música, cante e ouça.
Comece a sorrir mais cedo. Ao invés de reclamar quando o relógio despertar, agradeça pela oportunidade de acordar mais um dia.
O bom humor é contagiante espalhe-o, fale de coisas boas, de saúde, sonhos e de amor.
Não se lamente.
Ajude as outras pessoas a perceberem o que há de bom dentro de si.
Não viva emoções mornas ou vazias. Cultive o seu interior, e dê mais valor às pequenas coisas.
Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que as estima e precisa delas.
Repense os valores e dê a oportunidade de crescer e ser mais feliz.
Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito.
Torne suas obrigações atraentes, tenha garra e determinação.
Mude, ame o que faz.
Não trabalhe só por dinheiro e sim pela satisfação da missão cumprida.
Lembre-se de que nem todos têm a mesma oportunidade.
Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere o melhor.
Transforme seus movimentos em oportunidades.
Veja o lado positivo das coisas e assim tornará o seu optimismo uma realidade.
Não inveje. Admire.
Sinta entusiasmo com o sucesso alheio, como seria com o seu próprio.
Idealize um modelo de competência e faça sua auto avaliação para saber o que lhe está faltando para chegar lá.
Ocupe o seu tempo crescendo, desenvolvendo suas habilidades e seu talento.
Só assim não terá tempo de criticar os outros.
Não acumule fracassos e sim experiências.
Tire proveito dos seus problemas e não se deixe abater por eles.
Tenha fé e energia, acredite.
Conseguirá tudo que o quiser.
PERDÕE!
Seja GRANDE para os aborrecimentos, POBRE para a raiva, FORTE para vencer o medo e FELIZ para permitir momentos felizes.
Não viva só para o trabalho.
Tenha outras actividades paralelas como desporto, leituras, fazer novos amigos.
O trabalho é uma das contribuições que damos à vida, mas não se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realizações.
Finalmente, ria das coisas à sua volta, dos seus problemas, dos seus erros, ria da vida.
E... ame. Antes de tudo, a si mesmo.
COMEÇAMOS A SER FELIZ QUANDO SOMOS CAPAZES DE RIR DE NÓS MESMOS.
Certa vez, o tempo e o relógio se encontraram (embora estejam todo tempo juntos).
O tempo, revoltado há muito tempo, disse ao relógio tudo aquilo que, há tempos, vinha guardando.
Que ele, tempo, tinha saudades daqueles tempos em que não existiam relógios e todo mundo tinha tempo. Mas, quando o homem, ingrato, fabricou o relógio que começou a marcar tempo, ninguém mais conseguiu ter tempo. O homem ficou reduzido a horas, minutos e segundos.
"Antes, naqueles bons tempos" - disse o tempo - "todo homem tinha tempo de admirar a natureza. Viviam com o sol de dia, dormiam com a lua à noite".
"Quando a lua caprichosa não queria aparecer, era um bando de estrelas que piscavam brincalhonas, dando tempo para o sol nascer".
"Mas agora, nestes tempos, ninguém mais tem tempo de ver se a lua vem sorrindo para a direita ou para a esquerda, se está de cara cheia ou de mau humor, sem querer aparecer".
O tempo prosseguiu com um sorriso de tristeza.
"Antigamente - que tempos! - os homens nasciam no tempo certo em que tinham de nascer. Não havia incubadora para os fora de tempo nem cesariana para os que passam do tempo. A natureza sabia, em tempo, quando era tempo. Hoje, o homem já obedece a você, mesmo antes de nascer. Os médicos estão apressados e sem tempo para perder".
O relógio só ouvia e, apressado, prosseguia no seu tic-tac sem tempo de, responder com medo de se atrasar.
"Noutros tempos" – disse o tempo – "o homem crescia sem pressa, com tempo de amadurecer. Comia sem ter horário, dormia quando tinha sono. Fazia amor ao relento, como flores que se beijam, como aves que se aninham. Envelhecia aos pouquinhos, como um calmo entardecer. Depois, dormia o sono profundo e, no outro despertar, abraçava-me com carinho, no infinito...no infinito...".
O tempo enxugou uma lágrima, talvez de orvalho. A voz que estava embargada tomou uma conotação de revolta:
"Hoje, vai logo para a escola e traz para casa um horário. Quando aprende a ler as horas ganha do pai um relógio e, assim, ensinam-lhe bem cedo a maneira mais correcta de nunca ter tempo na vida".
O tempo não se preocupava mais com o tic-tac do relógio que nada respondia para não se atrasar. Continuou a sofismar com voz mais branda.
"Come apressado, sem tempo. Dorme ainda sem sono, pois, de manhã bem cedinho, você começa a gritar arrancando-o da cama, quando ainda queria dormir".
"Amor? Nem sei se ainda faz... há gente que nem tem tempo. Quando faz é no zás-trás. Quando vê, já envelheceu, sem ver o tempo passar".
"Na hora do sono profundo, enterram-no apressados, para a vida continuar. E no outro despertar, chega tão atordoado que não consegue me achar".
Ao relógio, sem poder nunca parar, só restava se calar. Além do sentimento de culpa que passou a carregar, a partir desse tempo, quando bate as doze badaladas no silêncio da meia-noite, o canto é tão melancólico que até parece chorar
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