Certa vez, perguntei para um dos meus mestres na Índia:
"Por que existem pessoas que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto outras sofrem por problemas muito pequenos morrem afogados num copo-d’água"?
Ele simplesmente sorriu e me contou uma história.
"Havia um sujeito que viveu amorosamente toda a sua vida. Quando morreu, todas as pessoas diziam que ia para o céu, um homem tão bondoso quanto ele somente poderia ir para o paraíso. Ir para o céu não era tão importante para aquele homem, mas assim mesmo ele foi até lá".
Naquela época, o céu não havia ainda passado por um programa de qualidade total. A recepção não funcionava muito bem, a moça que o recebeu deu uma olhada rápida nas fichas em cima do balcão e, como não viu o nome dele na lista, o orientou para ir ao inferno.
E, no inferno, ninguém exige crachá nem convite; qualquer um que chega é convidado a entrar. O sujeito entrou e foi ficando...
Alguns dias depois, Lúcifer chega furioso às portas do paraíso para tomar satisfações com São Pedro:
-Isso que está fazendo é puro terrorismo.
Sem saber o motivo de tanta raiva, Pedro pergunta do que se trata. O transtornado Lúcifer reponde:
- Mandou aquele sujeito para o inferno e ele está me desmoralizando.
Chegou escutando as pessoas, olhando-as nos olhos, conversando com elas.
Agora está toda a gente dialogando, abraçando-se, beijando-se. O inferno não é lugar para isso. Por favor, tire esse sujeito de cá.
Quando o meu mestre terminou de contar esta história, olhou-me carinhosamente e disse:
"Viva com tanto amor no coração que se, por engano, for parar no inferno, o próprio demónio o levará de volta ao paraíso."
"Se eu pudesse deixar algum presente, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo fora...
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para si, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Alem do trabalho, a acção.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de procurar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída."
Gandhi


| Ouço um leve murmúrio de dor e tristeza. O que será que está acontecendo com a Natureza?!... Antes era tudo uma maravilha, uma grande beleza. Hoje vejo tanta maldade tanta frieza. Quantas árvores destroçadas, Rolam sem vida e tristes pelo chão. Com dureza e com maldade são arrancadas Até a raiz, num só puxão. " Quem é você pequeno grão?" Sou somente uma pequena semente. Daquela que morreu tão indiferente. Chorou, gemeu, gritou, na minha frente, Quando lhe amarraram uma forte corrente. E a derrubaram sem dó, de repente. Um grande monstro lhe decepou a vida. Rangendo dentes, sem uma única despedida. Uma enorme motosserra tirou a sua preciosa vida, Causando-lhe dores e inúmeras feridas. Veja, como pequena eu sou!... Mal me enxergas, na palma da tua mão. Sou igual aquela que há 20 anos aqui morou, debaixo de um punhado de terra, Que alguém por ventura lhe jogou. Esse pequeno pedaço de tronco que dela sobrou, Era uma enorme árvore que muitas alegrias espalhou. Muitos bons frutos, ela carregou. Muitos amores ela ocultou. Muitos corpos sedentos ela abrigou. Muita sombra deu, muitos segredos guardou. Se olhares atento pelo chão, Hás – de encontrar, algum meu irmão. Pegue-nos e nos coloque no chão, Debaixo de um pequeno e amassado torrão. Dentro de pouco tempo então, Verás que tudo isso não foi em vão. Logo que a chuva nos molhar. Bem depressa iremos brotar. Com alegria e amor, faremos a vida voltar. E tudo à nossa volta irá de novo brilhar. Com poucos dias as nossas folhas irão aparecer. Bem depressa elas irão crescer. Meu frágil corpinho, logo irá endurecer. E forte irá para o Céu se erguer. Vou demorar uns bons anos, para igual ser, A essa minha árvore mãe, que acaba de morrer. Por causa da ganância de certo ser, Que quer com o sacrifício da Natureza enriquecer. Esquece-se, que somos nós que o ar purificamos. O mesmo ar que de graça a ele damos. Que nem a sombra dele lhe cobramos. Que vem de nós os bons frutos, Que sua fome lhe saciamos. Com a nossa frondosa copa o abrigamos, Dos ventos fortes, da chuva e de outros danos. E que tudo o que tem de bom na linda Natureza, Somos nós que de coração lhe ofertamos. |
O mal é absurdamente barulhento; a maldade adora chamar a atenção sobre os seus feitos.
Ao contrário, o bem não faz barulho! Quando uma flor desabrocha, no momento em que o sol nasce... quando o mar se acalma, quando sopra o vento; na hora em que uma mão sustenta uma outra, nada disso precisa fazer estardalhaço para ganhar sentido e existir!
É que o bem, para ser perfeito, precisa somente acontecer!
Por favor, não se engane com o mal que tanto o apavora! O barulho que o mal faz já é prova do seu imenso fracasso!
Um marido e sua esposa estavam passando por uma estrada rural para visitar alguns amigos. Passaram por uma poça de lama e o carro ficou atolado.
Depois de alguns minutos de tentativas frustradas de retirar o carro, viram um jovem agricultor descendo a estrada, conduzindo alguns bois. Ele parou quando viu o casal em dificuldades e se ofereceu para puxar o carro para fora da lama.
O casal aceitou e minutos mais tarde o carro estava livre. O agricultor, virou-se para o marido e disse:
- Sabe, você é o décimo carro que eu ajudo a tirar da lama hoje.
O marido olha o agricultor e, sem acreditar muito, pergunta:
- E como é que tem tempo para trabalhar na sua terra? À noite?
- Não, respondeu o agricultor muito sério, à noite é quando eu ponho água no buraco.
Existem muitas pessoas sempre dispostas a ajudar a resolver problemas, e existem outras que passam o seu tempo tornando mais difícil a vida dos outros.
Talvez o seu dia seja cheio de oportunidades para ajudar outros
Numa bela noite cheia de luz e estrelas, uma mulher colocou o seu bebé recém-nascido na manjedoura. E a primeira árvore viu que guardava o maior tesouro do mundo.
Anos depois, o barco transportava um homem adormecido quando principiou uma tempestade. O homem levantou-se e disse paz, acalmando a tormenta. E a segunda compreendeu que levava o rei do Céu e da Terra. Tempos mais tarde, numa sexta-feira, as vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nelas. A terceira árvore sentiu-se terrível e cruel.
Mas, no domingo seguinte, ela soube que o homem havia morrido para salvar a humanidade. As pessoas sempre lembrariam de Deus e do seu Filho quando olhassem para a cruz.
A realização dos sonhos das árvores foi muito maior do que elas imaginavam. Assim, nunca deixe de acreditar nos seus sonhos, mesmo que aparentemente impossíveis de se realizar.
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